Outrora considerada a maior de Alagoas, a feira dominical
Sobrevive ligada a aparelhos, sustentada quase exclusivamente pela folha de pagamento da prefeitura em um município com extrema dependência de repasses governamentais.
A histórica feira livre de Teotônio Vilela, berço comercial e social que deu origem ao município na década de 1950, encolhe a cada domingo. O que antes era um mar de barracas, cores e gritos de vendedores disputando a atenção de milhares de consumidores locais e de cidades vizinhas, hoje revela corredores esvaziados e feirantes apreensivos. A drástica redução de público não é apenas uma mudança de hábito de consumo, mas o sintoma de uma economia local frágil, asfixiada pela falta de diversificação e sustentada quase que exclusivamente pela folha de pagamento dos servidores da Prefeitura Municipal.
